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Carlos Alberto terá jurisdicionado como foco

Os próximos dois anos no Poder Judiciário de Mato Grosso serão baseados no jurisdicionado, mesmo àqueles que moram nos lugares de mais difícil acesso. Foi assim que o desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha definiu como será o próximo biênio (2019/2020) do PJMT, enquanto ele estiver na condução da Instituição. O magistrado foi eleito por aclamação, na manhã desta quinta-feira (11 de outubro), durante sessão plenária administrativa do Tribunal Pleno da instituição.   Ele destacou ainda que um mandato não pode ser gerido sozinho e, por isso, contará com o apoio dos pares do Tribunal de Justiça, dos juízes, servidores, instituições parceiras e também de sua família, que o ampara sempre. Carlos Alberto aproveitou a oportunidade para lembrar que os desafios do presidente são muitos e que ele, além de estar preparado, espera que não decepcione os parceiros de jornada.   “Essa eleição foi feita de forma conciliadora, reflexo de que é assim que o Tribunal caminhará nos próximos anos. Com harmonia no julgar e bem fazer para a população. Sei que as expectativas são grandes, que serão tempos difíceis, mas farei o possível para ser digno do cargo. Deus escreve certo por linhas tortas e esse será o momento ideal para estar neste cargo e representar o Judiciário e assim o farei”, pontuou o magistrado.   Na ocasião, ele falou ainda dos projetos para a próxima gestão. “Hoje já começamos a desenvolver o projeto de gestão. Mas já posso afirmar que nós temos algumas tarefas que já começaram nas gestões anteriores e que podemos dar prosseguimento, independente de orçamento. Não que esse não seja necessário, mas é que irá onerar efetivamente o orçamento repassado pelo Estado. Por exemplo, temos um projeto que se faz há anos no Judiciário, que é o Ribeirinho Cidadão, em que a verba desembolsada por nós é mínima. Isso porque temos vários parceiros que trabalham conosco. Ali, é feito não só o atendimento jurídico, mas também médico, social e limpeza de rio.”   O magistrado fez questão de destacar que a nova gestão também dará continuidade a algumas ações já começadas pelo desembargador Rui Ramos. Um exemplo são as obras já iniciadas no Poder Judiciário. “Nós temos um orçamento que serve exatamente para movimentar a máquina dos servidores e dos magistrados, que nós chamamos de ‘fonte do Estado’. Temos também o Funajuris, que é o Fundo de Amparo ao Poder Judiciário. Esse último é utilizado para melhorar o Poder Judiciário com construções, aquisições tecnológicas e novas vias para levar internet ao Estado inteiro. Por exemplo, o novo Fórum de Várzea Grande o desembargador Rui assinou a autorização para construção. O provisionamento já está separado e, por isso, não devemos ter problemas com a construção, medição e prazo.”   Ainda sobre a questão da segurança, lembrando os três atentados sofridos por juízes do interior entre agosto e setembro deste ano, o desembargador pontuou que já é um investimento iniciado nesta gestão (2017/2018) e que deverá ser concluído no próximo biênio. Carlos Alberto frisou ainda que já foram feitos três estudos na gestão do desembargador Rui Ramos para implantação de portas giratórias nas unidades jurisdicionais, o que irá facilitar a execução do plano na próxima gestão.   “Esse investimento [em segurança] também vem do fundo Funajuris. O presidente Rui Ramos falou do grande desafio de implementar essa segurança hoje. Nós temos fóruns mais antigos e fóruns mais novos, esses prédios têm também condições diferentes para sustentar essa porta giratória e sabe-se que os mais antigos não a comportam do jeito que estão hoje. De momento, o presidente começou o trabalho de segurança implantando o detector de metal manual, tem melhorado a quantidade de policiais nos fóruns, controlado melhor de entrada dos presos nos prédios. São situação paliativas até que se consiga resolver o problema e espero na minha gestão concluir esse plano.”   Carlos Alberto Alves da Rocha, juntamente com os desembargadores Luiz Ferreira da Silva (eleito vice-presidente) e Maria Helena Gargaglione Póvoas (eleita corregedora) tomarão posse no próximo dia 18 de dezembro, com entrada em exercício em 1º de janeiro de 2019.   Saiba mais sobre os desembargadores eleitos no link abaixo.   Eleita diretoria do Poder Judiciário de MT          
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